Boletim quinzenal da Associação Para o Desenvolvimento do Teletrabalho

 

 

 

 

 

 

TELETRABALHANDO – EDIÇÃO N.º 14                         segunda-feira, dia 18 de Fevereiro                                         

 

Esta agenda está dirigida a pessoas (profissionais e estudantes), empresas e associações, interessadas nas novidades, informação e actualidade sobre o Teletrabalho

 

ASSINATURA DIGITAL EVITA FRAUDES NO E-MAIL

A primeira etapa para proteger arquivos e e-mails enviados pela Internet é assiná-las com sua identificação digital, equivalente electrónico de bilhetes de identidade. Ela permite ao destinatário verificar se o usuário realmente enviou a mensagem e se ela não foi alterada durante o envio. Também autoriza o acesso a informações ou serviços on-line.

Com o Microsoft Outlook, que é instalado com as versões padrão e completa do Internet Explorer, é possível assinar com facilidade as mensagens. Basta clicar no botão "Assinar Mensagem Digitalmente" na janela de composição do texto". Um ícone de assinatura vai aparecer no canto inferior direito do painel de endereço. Detalhe: se o utilizador clicar novamente no botão Assinar Mensagem Digitalmente" a assinatura será removida.

O utilizador também pode assinar automaticamente todas as mensagens enviadas. Para isso, é preciso configurar  as suas preferências de correio electrónico. No Outlook, seleccione "Opções" no menu Ferramentas. Clique na guia Segurança e marque a caixa "Assinar digitalmente todas as mensagens enviadas".

No Netscape Messenger o procedimento é o seguinte para assinar uma mensagem a ser enviada: clicar na guia "Opções para envio de mensagens", na janela de mensagem. Em seguida, marcar a caixa "Assinada". Para assinatura automática, deve-se abrir a caixa "Informações sobre segurança", do Netscape Communicator e escolher "Informações sobre segurança", no menu Communicator. Depois o usuário deve clicar no link "Messenger" para exibir as definições de segurança do programa. Para assinar automaticamente as mensagens marque a caixa "Assinar mensagens de correio quando possível".
Fonte: Gazeta Online - Lúcia Gonçalves.

 

 

 

 

 

Damos as Boas Vindas aos

 

NOVOS ASSOCIADOS COLECTIVOS

 

Brevemente serão nossos associados : Prodígio, Movensis, CHIP7

 

 

 

 

 

O Difusor da Revolução Informacional
Don Tapscott

Em 1986, Tapscott liderou um estudo da empresa DMR que identificou e explicou pela primeira vez a ocorrência de uma mudança de paradigma . As conclusões de tal pesquisa foram a base para o livro Mudança de Paradigma que se tornou um clássico. Hoje em dia ele é executivo-chefe da Alliance for Converging Technologies e Presidente da New Paradigma Learning Corporation, ministrando palestras ao redor do mundo e escrevendo livros que auxiliam o empresariado a se adaptar às novas tecnologias.

 

O Criador da Economia da Informação
Hal Varian

Em 1995 realizou-se no MIT um Workshop sobre "Economia da Internet", tendo como objetivo garantir a sustentação e o crescimento da Internet. Junto aos papers apresentados, Hal Varian apresentou juntamente com Jeffrey K. MacKie-Mason uma lista FAQ (Frequently Asked Questions) onde despontavam considerações sobre preços dos serviços de informação. Hoje, além de Professor Catedrático e Decano da School of Information Management and Systems da Universidade da Califórnia, em Berkeley, Professor do Departamento de Economia da mesma universidade e da Haas School of Business, é autor de diversos livros, dentre eles, em co-autoria com Carl Shapiro, o livro A Economia da Informação: como os princípios económicos se aplicam à era da Internet. Tendo um perfil mais académico que o de Tapscott, Varian realiza diversas pesquisas, sendo que seus mais recentes trabalhos versam sobre impostos relativos ao comércio electrónico.

 

O Patrono da Economia da Internet
Eduardo Wyllie

Em 1996 o conceito de Economia da Internet (Internet Economics) estava ligado essencialmente às questões relacionadas à manutenção da infraestrutura operacional da Rede. Enquanto Varian se dedicava a tais questões e Tapscott tratava de analisar sob a óptica do especialista em tecnologia da informação como os novos recursos tecnológicos poderiam ser melhor utilizados pelas empresas, Eduardo Wyllie criou um novo conceito de Economia da Internet através da defesa da sua tese “ O Uso da Internet na Empresa” voltando-se à análise de quais as implicações do e-business sobre a economia e à criação das bases de uma nova teoria económica aplicável àquilo que mais tarde viria a chamar de Novíssimo Mundo. Desde então se firmou como um visionário, tendo previsto o surgimento do NetBanking, dos provedores gratuitos e, entre outras previsões que estão se concretizando hoje em dia, que o maior salto do e-commerce está para acontecer em breve em função da entrada de empresas grandes e tradicionais no hall de usuárias do B2B via Internet. Suas previsões são feitas desde 1995 em artigos de jornal, entrevistas e mais de dez colunas que mantém na Internet, bem como o seu livro “ Economia na Internet”, publicado em 1999.

 

O Inventor do Teletrabalho
Jack Nilles

Em 1973, foi levado a cabo um estudo cuja finalidade era levantar as possibilidades de substituição dos transportes por telecomunicações. À frente da pesquisa encontrava-se nada menos que Jack Nilles, um físico que dentre outras atribuições, havia projectado sistemas de comunicação para a Força Aérea Norte Americana e a NASA, tendo chegado a consultor do Presidente Kennedy. A partir da conclusão do texto, onde cunhou a expressão teletrabalho e definiu seu conceito, envolveu-se cada vez mais com a difusão deste recurso que, posteriormente, tomaria um impulso fenomenal ao combinar-se com os recursos da Internet. Hoje em dia, além de ser o Presidente da JALA International, é autor de cinco livros, sendo um deles o “ Fazendo do Teletrabalho uma Realidade”, “ Um Guia para Teletrabalhadores e Telegestores”. Seu livro mais recente, ainda não traduzido para português, é Managing Telework que se transformou na bíblia dos telegestores.

Fonte: The CiberEconomist

 

 

 

 

Procter & Gamble parte para o Teletrabalho...

 

 

 

 

 

A Procter & Gamble (P&G), fabricante de mais de 300 produtos, incluindo marcas famosas como: Ariel, Always, fraldas Pampers e Vick, está a investir em iniciativas que visam melhorar o equilíbrio família/trabalho, sendo um exemplo, o home office.

A P&G recentemente lançou um ambicioso projecto alternativo de local de trabalho, chamado de FlexWork. Este programa envolve uma gama de alternativas desde o teletrabalho até o hotelling (escritório compartilhado). Para facilitar as mudanças dos locais de trabalho, a P&G empacotou uma série de serviços departamentais, como: TI, RH, logística, etc, integrando-os.

O programa de teletrabalho (FlexWork) na P&G segue uma estratégia desenvolvida em que á medida que o número de teletrabalhadores cresce, a empresa reduz seus imóveis. "Nós descobrimos que estamos economizando entre 20 a 30 por cento de nosso espaço de escritório”, declarou Mary Adams, Directora do Global Business Services, Workplace Futures e quem gere a equipe do FlexWork. Fonte ITAC



 

 

 

 

 

Toshiba lança notebook com 1,5 cm de espessura para teletrabalho

 

A Toshiba americana lançará, em fevereiro, nos Estados Unidos, o notebook com menor espessura do mercado, o modelo Portégé 2000.

Masa Okumura, director mundial de marketing da Toshiba, informou que devido ao seu peso (1,2 quilo), o equipamento tem seu foco mercadológico em executivos que passam cerca de 70% de seu tempo fora do escritório.

A sua configuração possui: processador Pentium III de 750 MHz, tela de 12,1 polegadas, 256 MB de memória, porta Ethernet e modem. Além disso, o equipamento utiliza tecnologia de rede sem fio 802.11b, com uma antena para a troca de dados. O preço girará em torno de US$ 2,2 mil. Fonte IDGNow!

 

 

 

 

 

 

 BOLINHOS & INTERNET

 

 

 

 

Não há quem resista a um bom biscoito. Uma vez ou outra você acaba por provar um.  Os biscoitos podem ser muito saborosos, e na Internet eles são imprescindíveis. E o que têm a ver  os biscoitos com a Internet? Muita coisa, quando eles nos dizem que atitudes e comportamentos os nossos e-clientes estão a ter no nosso site.

Vamos colocar as coisas em pratos limpos: os biscoitos a que nos referimos são os que, na Internet, chamamos de cookies, literalmente traduzidos como biscoitos. Os cookies são pequenos arquivos de texto que são enviados para o computador do internauta quando ele visita um site. Graças aos cookies podemos saber um pouco mais sobre os nossos e-clientes e com isto melhorar, aperfeiçoar e personalizar os produtos que comercializamos.

Os cookies são poderosíssimas armas mercadológicas que ainda não estão a ser utilizadas em toda sua capacidade. Muitas vezes, pelo total desconhecimento dos profissionais de e-marketing que, por uma falta de interacção com a equipa de desenvolvimento do site e pelo desconhecimento técnico do assunto, acabam relegando a sua utilização adequada. Tudo isto pode mudar se souber o que estes pequeninos biscoitos podem fazer pelo seu paladar mercadológico.

Rumo aos factos. Vamos provar um pouco mais destes biscoitos, quis dizer, destes cookies, e descobrir o que eles podem fazer pelo seu negócio.

Uma vez atraído o e-cliente até o site, os cookies entram em acção e podem, a partir daí, funcionar como forte elemento gerador do relacionamento com o cliente, pois da segunda visita em diante, o e-cliente será identificado através dos cookies que mandam de volta ao seu webserver (computador que hospeda o seu site), as informações que decidiu gravar no computador dele. Alguma coisa como o nome, últimos produtos adquiridos, preferências, páginas mais visitadas, e ainda, o padrão de compra. De posse destas informações que não são as únicas que os cookies podem oferecer, são apenas alguns exemplos práticos, está ao seu alcance poder reorganizar as estratégias de e-marketing de forma a ajustar-se às necessidades do seu e-cliente.

Vejamos um exemplo mais prático: partindo do pressuposto que é plenamente identificável qual o cliente  que está voltando ao seu e-commerce (suponhamos que você tenha um e-commerce) e tendo nas suas mãos a relação do perfil do consumo do seu e-cliente, então pode e deve personalizar a sua loja on-line ou as ofertas do dia de acordo com essas preferências. Já pensou se na sua loja do mundo físico fosse possível ter uma vitrine diferente para cada cliente que entrasse pela porta dentro? As suas vendas iriam disparar. No mundo virtual isto é plenamente possível. Porque espera?

Os biscoitos, com certeza, podem fazer muito mais por si e pelo seu negócio, basta prová-los e descobrir a variedade de sabores que eles proporcionam ao seu paladar mercadológico. Os seus clientes irão agradecer. Afinal, quem resiste a um bom biscoito?

O Prof. Herberth Cutrim é consultor em e-strategy e e-marketing. Analista de sistemas, adm. de empresas, especialista em marketing, MBA em gestão empresarial pela USP-SP e doutorando em adm. de empresas pela Universidade Europeia de Madrid.

 

 

 

 

BENEFÍCIOS APDT

                                  

A APDT tem vindo nas duas ultimas semanas a trabalhar no sentido de se assinarem vários protocolos de cooperação entre várias empresas e a Associação, com vista à obtenção de vários acordos que estabeleçam condições especiais de aquisição de produtos ou serviços aos nossos associados.

 

Poderá consultar as condições especiais no nosso site – www.apdt.org. Os preços apresentados serão aplicados aos associados mediante a apresentação do cartão.

                          

 


 

 

 

SEMANA EM DESTAQUE

 

A APDT tem vindo a levar a cabo várias reuniões com empresas ligadas a vários sectores da economia, com particular destaque para as empresas de TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação), dentro do enquadramento de um dos pólos da sua missão – O DESENVOLVIMENTO do teletrabalho.

 

Agradecemos a todos os que nos receberam a todos os que já se juntaram a nós:

 

q       E.S.Contact Center

q       Biz Direct

q       Novis

q       Oni

q       Edinfor

q       A Casa Inteligente

q       Quadriga

q       Accenture

q       Mobiscriptum

q       Megamedia

q       CHIP7

q       Siemens

q       Cortec

q       Movensis

q       Janela na Web

q       Prodígio

q       APMP

q       IBM

 

 

 

 

3.000.000 no Acesso à Internet

Segundo os dados recentemente divulgados pela ANACOM (ex-ICP) sobre a Internet em Portugal no 3º trimestre de 2001, o número de clientes do serviço Internet é de 3.056.000, o que eleva taxa de penetração de mercado para 29,6%.
O grande crescimento tem acontecido nos acessos por cabo, que já ultrapassam os 70.000, bem como na tecnologia ADSL - com uma expressão ainda muito reduzida (cerca de 1.200 acessos) mas um crescimento rápido.

 

 

 

 

 

 

Por favor, não deixe de nos enviar sua opinião, sugestões, colaborações ou qualquer outra

informação que nos permita melhorar a qualidade do material aqui oferecido. Obrigado!